Como é feita a reciclagem de latas de alumínio

O alumínio é um dos materiais mais reciclados no Brasil, isso se dá porque dentre os materiais reciclaveis o alumínio é daqueles que possui maior valor comercial, por isso catadores das cooperativas se empenham em conseguir o máximo de material possível, para agregar mais valor à sucata recolhida no dia a dia. As propriedades do alumínio permitem que ele seja reciclado infinitas vezes, sem que o material preca suas qualidades, permanecendo 100% limpo e portanto pode ser utilizado em todos os tipos de aplicações em equivalência com o material recém fabricado.

A reciclagem então começa no recolhimento do material que se dá através da coleta seletiva ou da separação do material em si. As latinhas de alumínio são recolhidas, amassadas, pesadas e acomodadas em fardos.

latinhas de refrigerante indo para prensagem
Uma vez feito este processo que resultará em renda para o catador, os fardos das latinhas já prensadas são encaminhados para a fundição, onde serão derretidas e transformadas em novos linguotes de material purissímos, exatamente igual ao do alumínio que acabou de sair do forno como novo.

Se forem novamente se tornar latinhas o destino será uma fábrica de lâminas que irá transformar o linguote de alumínio em chapas finas que irão ser transformadas por novas latinhas pelas fábricas especializadas neste produto específico.
latas recicladas
A agilidade do processo de reciclagem do alumínio permite que ele este processo da reciclagem seja ágil e que o material retorne rapidamente ao mercado, com as condições e maquinário hoje disponíveis em menos de 2 meses a latinha que você consumiu poderia voltar para a sua geladeira e ser novamente consumida, pois uma vez reciclado e novamente transformado em lada o processo de envasamento e venda no varejo é muito rápido, dada a efetividade e boa organização logística da empresas envolvidas neste processo.

O que falta para darmos mais agilidade e aumentar a efetividade do processo de reciclagem no Brasil? A sua e a minha contribuição, divulgando meios de reciclagem efetiva e principalmente reciclando tudo o que passar por nossas mãos. Lembrem-se cada um de nós pode fazer a diferença, por menor que seja a contribuição!

arvores nativas do Brasil pequizeiro

ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL – PEQUI

Nomes(primeiro científico depois os populares):

Caryocar brasiliense – pequi, piqui, pequiá, amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo;

Caryocar brasiliense

Pequizeiro está na relação das espécies com risco de extinção. Rico em vitaminas A, B e C, cálcio, fósforo, ferro e cobre, o fruto do pequizeiro (Caryocar brasiliense), árvore característica dos cerrados brasileiros é, dentre as espécies dessas regiões, uma das mais importantes economicamente, além de fazer parte da sua paisagem típica.
Contudo, apesar da sua importância nutricional e econômica, o pequi ainda não recebeu a devida atenção dos ambientalistas, agricultores e pecuaristas. Com a expansão acelerada da agricultura e da pecuária nas regiões de cerrado, nos últimos vinte anos, os pequizeiro vêm sendo derrubados sistematicamente correndo sério risco de extinção, principalmente na região Centro-Oeste.
Caryocar brasilienseA família do pequizeiro tem apenas dois gêneros: Caryocar e Anthodiscus. O Caryocar abrange quinze espécies, destacando-se o Caryocar brasiliense, o C, coreaceo, o pequi do norte da Bahia, Tocantins, sul do Maranhão e Piauí, o C, villosum, ou pequiá, e o C. glabrum, ou pequirana, que ocorrem no Amazonas; o C, nuciferum das Guianas, e o C. amygdaliferum, da Colômbio e Peru.
O Caryocar brasiliense – ao contrário do C. villosum, árvore frondosa da Amazônia, com até 50 metros de altura – tem porte mediano, embora seja uma das árvores mais altas dos cerrados, podendo chegar até 10 metros; produz frutos redondos, aproximadamente do tamanho de uma laranja, com casca esverdeada e um caroço espinhoso e tenro, cuja amêndoa se come crua ou assada.
Caryocar brasilienseCautela e um pouco de prática são recomendadas para consumir o fruto do pequi, palavra indígena que significa “casca espinhenta”, pois quem não sabe consumi-lo pode ficar com a língua e a boca cheias de espinhos. O seu caroço é revistido naturalmente de centenas de milhares de minúsculos espinhos e, por esse motivo óbvio, não pode ser mordido, principalmente pelos iniciantes. Contudo, depois de certa prática, não há nenhum risco para os degustadores.
O pequi é de fundamental importância na alimentação das populações do interior de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Distrito Federal e Minas Gerais, além de outros estados, onde o consumo é menor.
A massa que envolve as sementes é amarelada, pastosa, farinácea, oleaginosa e rica também em proteínas. Além de fornecer óleo comestível, o pequi é utilizado como condimento no preparo de arroz, carne, feijão e outros pratos. A polpa é ainda empregada na fabricação de licores e sabão caseiro. As amêndoas fornecem óleo para os mais diversos fins, e a madeira – infelizmente, o que tem contribuído para acelerar a devastação dessa espécie – é usada para a fabricação de móveis, caixas, dormentes, mourões, postes etc. A entrecasca produz ainda uma tintura castanho-escura de ótima qualidade, utilizada na produção de artigos de artesanato.
O pequi tem ainda emprego medicinal, como a Emulsão do Pequi e o Pequiodeo, aplicado no tratamento de todas as doenças do aparelho respiratório e definhamento orgânico, além de restaurador das energias e tônico, mesmo puro, ingerido na dose de uma colher de café, duas ou três vezes ao dia, durante as principais refeições, com base no senso comum das populações interioranas.
O pequizeiro floresce geralmente entre setembro e novembro e frutifica de dezembro a abril. Em cerrados, normalmente roçados para facilitar a pastagem do gado, encontram-se exemplares pequenos, com 1 metro de altura, carregados de flores em épocas fora do tempo normal de floração, quando há veranicos, no período de janeiro.
Sua produção não é estável. Em anos de muita chuva, produz pouco; ao contrário, nos de seca a produção é maior. Tanto que nas regiões interioranas existe um adágio popular muito conhecido: “ano de pequi, ano de crise”. A chuva derruba as flores antes da fecundação, o que reduz a produção. Os frutos geralmente têm uma semente, mas podem vir com até quatro. Quando maduros caem e estão prontos para o consumo. Se colhidos verdes não têm o seu sabor característico. Um pequizeiro pode produzir até 6000 frutos numa estação.

vaca

Vaca – Nome científico: Bos linnaeus

Nome científico: Bos linnaeus
Onde vive: normalmente habitam regiões temperadas, mas adaptam-se a quase todo tipo de clima.
Quanto pesa: em média 800 a 900 kg
Filhotes: 1 por gestação, chama-se vitelo ou bezerro

Animal mamífero, artiodáctilos, herbívoro, com números pares de dedos com casco.

Possui estômago dividido em compartimentos. Ruminante, digere o alimento uma primeira vez, engole, regurgita e engole nova e definitivamente. Da família dos bovídeos, alimenta-se de todo o tipo de vegetação.

Sua média de vida é de 25 a 30 anos. Dele se aproveita tudo: a carne, o couro, os chifres, ossos e o leite que é um dos mais importantes alimentos para o Homem.

Na Índia ele é um animal sagrado. O consumo de carne bovina é proibido, só sendo possível consumir o leite da vaca.

No Brasil são criadas diversas raças. Algumas delas: zebu, nelore, holandesa e gir.